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São Vicente e Santos vêm na sequência; levantamento foi feito com base em dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP)
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São Vicente e Santos vêm na sequência; levantamento foi feito com base em dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP)
Licitações investigadas pelo MPSP envolvem contratação de máquinas pesadas, caminhões e ônibus para obras em serviços públicos
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) e a Polícia Civil conduzem, em frentes distintas, duas investigações que evidenciam fraudes em contratações da Prefeitura de Praia Grande, no litoral paulista. Embora independentes e sem investigados em comum, as apurações expõem fragilidades na gestão de licitações do município e estão conectadas ao ex-delegado Ruy Ferraz, executado a tiros no dia 15 de setembro.
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A deputada federal Erika Hilton acionou o Ministério Público de São Paulo (MPSP) para que seja investigado o crime de racismo religioso cometido durante a invasão de um terreiro de matriz africana por um padre no litoral paulista.
A representação foi protocolada na última terça-feira (18) no Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (GECRADI) e aponta que o religioso interrompeu um ritual sagrado, proferiu ofensas racistas e violou o direito constitucional de livre exercício de culto.
O caso aconteceu em Praia Grande e ganhou repercussão após a divulgação de vídeos que mostram o padre invadindo o terreiro durante uma cerimônia conduzida pelo Babálórìsà Sidnei Santos de Xangô. Nas imagens, ele aparece chamando o líder espiritual de “macaco nojento”.
Não se trata de um conflito entre crenças, mas de um ataque à dignidade humana, à liberdade de culto e ao Estado laico”, disse Erika Hilton.
A deputada destacou ainda que o Brasil “não pode naturalizar que agentes religiosos utilizem sua posição para humilhar, violentar e atacar tradições negras”.
Na peça enviada ao GECRADI, Erika solicita a abertura imediata de investigação criminal, o enquadramento dos fatos como racismo religioso (crime inafiançável e imprescritível), e a apuração de delitos como violação de sentimento religioso e perturbação de culto.
21/11/2025
fonte: G1 / Santos
Estrutura desabou na manhã desta quinta-feira (27), no bairro Cidade da Criança, em Praia Grande. A menina de 7 anos aguardava o transporte público para ir à escola quando foi atingida pela estrutura.
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04/11/2025
G1 / SANTOS
Marcos, de 18 anos, desapareceu na madrugada de segunda-feira (3) e foi encontrado morto à tarde no complexo de educação e lazer Cidade da Criança, em Praia Grande (SP).
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24/10/2025
fonte: G1 / Santos
Criminoso abordou a vítima na rua e chegou a segui-la dentro do estabelecimento para levar o capacete e a chave do veículo. O caso aconteceu em Praia Grande (SP).
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19/10/2025
fonte: G1 / Santos
Jovem de 18 anos e um adolescente de 17 foram detidos após invadirem um condomínio residencial em Praia Grande (SP) e tentarem furtar uma moto da garagem. Eles foram levados por policiais militares à delegacia, mas acabaram sendo liberados.
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14/10/2025
fonte: A Tribuna / Santos
Segundo ela, o funcionário passou a ser 'mais atrevido' e as abordagens se tornaram praticamente diárias
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12/10/2025
fonte: G1 / Santos
Vítima foi levada ao PS Central após ser baleada na perna, enquanto o policial penal foi conduzido à Central de Polícia Judiciária (CPJ) da cidade.
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09/10/2025
fonte: A Tribuna
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O feminicídio foi no bairro Anhanguera, na noite desta quarta-feira (8). Segundo a Prefeitura de Praia Grande, durante uma patrulha, uma viatura da Guarda Civil Municipal (GCM) foi abordada por um morador pedindo ajuda, informando sobre uma briga dentro de um condomínio.
04/08/2025
fonte: DIÁRIO DO LITORAL
A Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) divulgou a lista com o número de casos de furtos e roubos de celulares no Litoral Paulista.
Leia toda a reportagem clicando aqui.
Luiz Ricardo de Lara, delegado da DIG e DISE de Praia Grande (SP), gravou o podcast Baixada em Pauta horas antes da execução do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes. No programa, falou sobre a carreira, investigações de repercussão nacional e críticas a leis que dificultam o trabalho da polícia.
Veja a reportagem na íntegra no site G1 Santos. Clique aqui.
O ataque que matou o ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo Ruy Ferraz Fontes também deixou outras duas pessoas feridas em Praia Grande, no litoral paulista. Segundo apuração do g1, as vítimas são tia e sobrinho, e estavam na porta da casa de um familiar quando foram atingidas pelos disparos.
Veja a reportagem completa aqui.
15/09/2025
fonte: CNN BRASIL
Veja a reportagem e o vídeo completo no site da CNN BRASIL
O ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz Fontes, de 63 anos, foi assassinado nesta segunda-feira (15) em Praia Grande, no litoral paulista.
Ruy Ferraz atuava contra a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) e era considerado como um dos principais inimigos da facção.
Imagens obtidas pela CNN mostram criminosos armados com fuzis durante a ação.
O carro da vítima foi atingido por um ônibus durante a fuga, capotou e, em seguida, os criminosos realizaram a execução. Após o crime, os suspeitos fugiram.
14/09/2025
fonte: A Tribuna Santos
Um homem teve a perna esfaqueada durante uma confusão dentro de um ônibus intermunicipal em Praia Grande, no litoral de São Paulo, na noite deste sábado (13). O desentendimento ocorreu em um coletivo que estava na Avenida Ministro Marcos Freire, próximo ao bairro Jardim Glória. A Polícia Militar (PM) foi acionada.
Em depoimento à polícia, o namorado Atílio Ferreira da Silva contou ter matado Jane de Araújo Lima durante uma discussão. No imóvel do casal, em Praia Grande, a policia encontrou sangue e próximo ao imóvel a faca usada no crime.
Levantamento foi feito a partir de dados da Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) (Rogério Soares/ AT/ Arquivo e Divulgação/ SSP)
A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) divulgou os dados consolidados de crimes registrados entre janeiro e maio de 2025 em Praia Grande, no litoral de São Paulo. O levantamento considera ocorrências de furto, roubo, tráfico, homicídio, estupro e outros delitos classificados nos boletins de ocorrência da polícia.
Os dados revelam uma concentração significativa de casos em determinados bairros da cidade. O bairro Guilhermina aparece no topo do ranking, com 547 ocorrências, seguido por Boqueirão (516), Tupi (431), Cidade Ocian (421) e Caiçara (366).
Na outra ponta, os bairros com menor número de registros policiais foram Jardim Aclimação, Jardim Marília e Tude Bastos, todos com apenas uma ocorrência no período analisado. Essas regiões se destacam como as mais seguras da cidade, segundo os dados compilados.
Veja o ranking dos bairros mais perigosos de Praia Grande:
1. - Guilhermina – 547
2. - Boqueirão – 516
3. - Tupi – 431
4. - Cidade Ocian – 421
5. - Caiçara – 366
6. - Aviação – 334
7. - Mirim - 303
8. - Trevo – 283
9. - Quietude – 272
10. - Nova Mirim - 236
11. - Sítio do Campo – 205
12. - Antarctica – 203
13. - Melvi – 138
14. - Canto do Forte – 109
15. - Balneário Flórida – 91
16. - Maracanã – 84
17. - Solemar – 83
18. - Ribeirópolis – 75
19. - Vila Sônia – 66
20. - Glória – 54
21. - Tupiry – 50
22. - Anhanguera – 48
23. - Samambaia – 44
24. - Esmeralda – 73
25. - Xixová – 39
26. - Princesa – 34
27. - Vilamar – 28
28. - Parque das Américas – 23
29. - Balneário Japurá – 20
30. - Vila Assunção – 20
31. - Real – 17
32. - Solemar II – 14
33. - Ilha das Caieiras – 13
34. - Jardim Imperador – 13
35. - Balneário Pires – 12
36. - Jardim Guaramar – 10
37. - Cidade das Crianças – 9
38. - Vila São Jorge – 6
39. - Vila Balneária – 4
40. - Balneário Maxland – 3
41. - Jardim Aclimação – 1
42. - Jardim Marília – 1
43. - Tude Bastos – 1
Veja a reportagem completa em:
https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/noticia/2025/06/09/video-mostra-trio-levando-corpo-de-jovem-torturado-em-predio-abandonado-para-ser-queimado-em-praca.ghtml
O g1 teve acesso às imagens de câmeras de monitoramento que mostram o corpo do jovem Leonardo Silva dos Santos, de 22 anos, sendo levado para ser queimado em uma praça por três criminosos, em Praia Grande, no litoral de São Paulo. De acordo com a Polícia Civil, a vítima havia sido rendida, torturada e morta a facadas dias depois de receber uma indenização de R$ 10 mil.
O assassinato aconteceu em 2023, mas a polícia só declarou o caso como encerrado na sexta-feira (6), após a apreensão de Ana Beatriz Aparecida de Lima, de 18 anos. Segundo a corporação, ela participou do crime junto com Rafael Menegatto e Luiz Gustavo dos Santos Vieira, que já tinham sido presos.
Conforme informado pela Polícia Civil, Leonardo foi atraído para um prédio abandonado na cidade, onde foi rendido, torturado e morto a facadas. Os criminosos fizeram transferências de mais de R$ 5 mil da conta dele e ocultaram o cadáver por dois dias antes de queimá-lo na praça.
No vídeo, é possível ver, por dois ângulos, três pessoas transportando o cadáver enrolado em um colchão e em cima de um carrinho (assista no topo da reportagem). Pedestres e ciclistas chegaram a passar pelo trio, mas não estranharam a movimentação.
De acordo com a Polícia Civil, os três seguiram com o corpo de Leonardo até um terreno baldio na Praça James Francis Smith, onde atearam fogo na "tentativa de apagar os vestígios do crime".
O crime
Conforme registrado pela Polícia Civil, Leonardo Silva dos Santos foi morto em um prédio abandonado na Avenida Dr. Roberto de Almeida Vinhas, entre 29 e 30 de janeiro de 2023. Ele havia recebido uma indenização de R$ 10 mil dias antes, o que teria motivado a ação premeditada do grupo.
As investigações conduzidas pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) apontaram que Leonardo foi atraído até o edifício por Luiz Gustavo, também conhecido como 'Menóia'. No local, a vítima foi rendida pelo homem, Rafael e Ana Beatriz.
Conforme divulgado pela polícia, o caso inicialmente foi tratado como desaparecimento, mas a investigação tomou um novo rumo após uma pessoa encontrar o corpo carbonizado na praça.
Quem são os presos?
Rafael Menegatto, apontado pela corporação como o autor do assassinato que também fez as transferências via Pix - condenado a 29 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão;
Luiz Gustavo dos Santos Vieira, descrito pela Polícia Civil como o responsável por levar a vítima ao grupo e ficar com parte do dinheiro - condenado a 21 anos de reclusão;
Ana Beatriz Aparecida de Lima, de 18 anos, detida por participar do assassinato. A polícia explicou que ela participou do crime enquanto ainda era menor de idade, por isso, foi recolhida e apresentada à Fundação Casa II de Praia Grande, onde permanecerá à disposição da Justiça.
O g1 não localizou as defesas dos envolvidos no crime até a publicação desta reportagem.
Ali, os óleos compostos eram envasados, fechados com tampas e rotulados como “azeite extra virgem” produzido em países europeus. Contudo, não havia documentação que comprovasse a autenticidade do produto.
Foram 797 ocorrências em janeiro, o maior número em 10 anos. Autoridades atribuem alta à chegada de turistas na temporada